10/12/2025 11:02:45
A popularização dos minimercados, comodidade e segurança aos moradores
Por: da Redação
Em vez de esperar pelo delivery, ter um minimercado autônomo no prédio apresenta uma conveniência aos moradores, que precisam apenas descer até o saguão, pegar os produtos, pagar pelo celular e pronto. Tamanha comodidade e segurança na operação, fazem com que cada vez mais os condomínios se rendam ao modelo dos "mercadinhos” autônomos oferecido por redes de franquias como a Minha Quitandinha.
O que se tem constatado é que autoatendimento caiu nas graças do público e as tecnologias disponíveis, como o PIX e outros meios de pagamento via smartphone, aceleraram ainda mais essa adesão. Tal tendência anuncia uma transformação ainda maior para o varejo: a consolidação de formatos totalmente automatizados, capazes de oferecer conveniência 24 horas.
De acordo com Associação Paulista de Supermercados (Apas), esses pequenos estabelecimentos registraram crescimento de 53,5% no ano passado e pela experiência de quem já investe nesse modelo de negócio, a perspectiva é de que 2026 seja o ano do varejo autônomo, avaliou Douglas Pena, sócio fundador e CRO da Minha Quitandinha, startup de tecnologia em varejo que atua no modelo de franquia de minimercados autônomos desde 2020.
Pena contou que, “o avanço dos minimercados autônomos nos deixa otimistas para 2026. Para se ter uma ideia, em 2024 registramos faturamento de R$ 35 milhões, uma alta de 110% em relação ao ano anterior. Para 2025, projetamos chegar a R$ 72 milhões, mais que o dobro do ano passado. E em 2026, esperamos avançar e consolidar de vez esse modelo de negócio, que se mostra vantajoso tanto para os clientes quanto para o mercado”, afirmou.
Perspectivas para o varejo autônomo em 2026
Ao mesmo tempo em que grandes redes já investem em totens de autoatendimento, o modelo também impulsiona o varejo de super proximidade.
Se antes o consumidor contava com um mercadinho próximo ao condomínio, à empresa ou à universidade, agora esse ponto de venda está ainda mais perto, dentro dos próprios edifícios. Esse movimento explora a busca crescente por conveniência imediata, que já influencia decisões de compra e redefine a forma como o varejo organiza seus pontos de venda.
“O que está em jogo é uma mudança clara no comportamento de compra. As pessoas perceberam que conseguem fazer as compras do mês sem sair de casa e, no varejo autônomo de super proximidade, unimos dois elementos importantes: a comodidade de adquirir, a poucos passos de casa, exatamente o que estão precisando naquele momento, sem esperar por uma entrega ou pagar pelo delivery só para receber uma lata de leite condensado para uma receita ou um refrigerante para o almoço em família", destacou Pena.
A consolidação dos minimercados autônomos mostra que o varejo caminha para um modelo cada vez mais integrado ao dia a dia do consumidor, com operações simplificadas, disponibilidade 24 horas, 7 dias por semana, e apoio das tecnologias de pagamento instantâneo.
Nesse cenário, o executivo da Minha Quitandinha defendeu que, “muito mais do que uma solução de conveniência, o sucesso dos minimercados aponta para uma nova lógica de consumo que já está redefinindo o segmento”, concluiu.
Sobre a Minha Quitandinha
Trata-se de uma startup de tecnologia em varejo que atua no modelo de franquia de minimercado autônomo. Fundada em 2020, em Balneário Camboriú (SC), a rede de franquias funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, sem intermediários para a realização das compras, com o propósito de proporcionar conveniência, qualidade e segurança a complexos residenciais ou comerciais.
Como potencializador de fidelização, passa a explorar um novo conceito: o mercado de super proximidade, que aposta no protagonismo do consumidor e no investimento constante em tecnologias de ponta para oferecer um atendimento cada vez mais assertivo e personalizado.
Em 2025, a startup anunciou a fusão com a Onii, formando a nova gigante do varejo autônomo.
Divulgação

Tamanha comodidade e segurança na operação, fazem com que cada vez mais os condomínios se rendam ao modelo dos "mercadinhos” autônomos ...








