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14/5/2022    15:03:18

 

 

O avanço dos minimercados nos condomínios

Por: Dinho Garcia

 

Rede de minimercados autônomos que oferece praticidade e segurança a condomínios residenciais ou comerciais, Minha Quitandinha inaugurou uma loja a cada quatro dias, de janeiro a março deste ano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com receitas estimadas em até R$ 35 bilhões no País, segundo uma das principais operadoras dessa atividade no Rio de Janeiro, os minimercados estão ganhando espaço dentro dos condomínios. Entre os motivos, defendidos pela Roda, está a oferta de conforto, agilidade e segurança ao consumo para os condôminos. Outra razão, ainda conforme a operadora, é a de terem se transformado em aliadas dos moradores em tempos de pandemia, quando muitos profissionais passaram a trabalhar no sistema home office ou híbrido.

 

Para Bruno Queiroz, gerente de Operações e Negócios da Cipa, administradora de condomínios e imóveis, "os últimos dois anos mudaram por completo a vida nos condomínios, que precisaram apresentar soluções diferenciadas para o dia a dia dos moradores", afirmou.

 

Outro exemplo do crescimento dessa atividade é a inauguração de 20 lojas de janeiro a março deste ano, pela startup Minha Quitandinha, rede de minimercados autônomos, instalados em condomínios residenciais e comerciais.

 

Para os próximos 45 dias a startup espera inaugurar uma loja a cada 36h. Como característica da sua prestação de serviço, a Minha Quitandinha dispensa a presença de funcionários e atua 24 horas por dia, sete dias por semana. "Neste início de ano, a expansão se deu para os municípios de Campo Grande (MS), Fortaleza (CE), Teresina (PI) e Parnamirim (RN), regiões onde ainda não estava presente", contou Guilherme Mauri, um dos sócios.

Diante desse marco, a rede de minimercados em condomínios pretende chegar a 89 unidades em funcionamento, com previsão de fechar o ano com 150 unidades, além de um faturamento de R$ 10,5 milhões.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Estamos, constantemente, profissionalizando e otimizando esse modelo de negócio, devido ao seu grande potencial de crescimento, pois as demandas por parte dos clientes aumentaram muito. Essa experiência de consumo ganha cada vez mais adeptos, já que promove praticidade e segurança, o que contribui para a expansão em todo o Brasil”, disse Douglas Pena, CRO da Minha Quitandinha.

 

Na visão da administradora de condomínios, a expansão dos minimercados aconteceu nos últimos dois anos e foi acelerada pela pandemia e pelo home office. “Os condomínios tiveram que mudar suas relações com os moradores, e esse conceito de oferecer a comodidade de compras dentro dos prédios deve continuar, pois estamos falando de uma solução boa para os moradores com custo zero para o condomínio. Alguns formatos ainda preveem a possibilidade de ações que revertam em outros benefícios para o próprio condomínio”, explicou Queiroz.

 

Considerada uma das maiores administradoras de condomínios do País, a Cipa é uma das pioneiras na instalação desse tipo de serviço aos moradores.

 

Em menos de um ano, outros seis condomínios aderiram ao projeto e ainda no auge da pandemia, a administradora, junto com a operadora Roda, abriu o primeiro minimercado no condomínio Up Barra, no Rio.

 

A estrutura é totalmente informatizada e os moradores podem comprar utilizando um aplicativo. Assim como na Minha Quitandinha, todo o monitoramento de reposição de produtos é feito via online pela Roda.

Conforme o gerente de operações da Cipa, a ideia não é criar uma concorrência com os hiper e supermercados ou com as empresas de delivery, mas atender à necessidade mais imediata do morador. “O acesso fica mais fácil, rápido e seguro", acrescentou Queiroz.

“O crescimento desse tipo de investimento deve, com o passar do tempo, mudar também o perfil do negócio. Acredito que um ponto de minimercado em um condomínio possa, por exemplo, funcionar como uma dark store (local de armazenamento e distribuição de mercadorias) para atender outros condomínios da mesma região com um sistema de delivery. Isso seria fazer um mix de duas soluções concorrentes dentro do mesmo conceito, otimizando a operação", concluiu Queiroz.

Minha Quitandinha

Criada em 2020, em Balneário Camboriú (SC), a Minha Quitandinha foi idealizada pelos empreendedores Guilherme Mauri de Oliveira, Marcelo Villares e Douglas Pena. A startup funciona com base no conceito de honest market, no qual, assim como os minimercados tradicionais, há gôndolas onde os produtos ficam expostos e o morador vai até o local para escolher o que deseja.

 

Na prática, basta escanear o código de barras dos itens que se deseja adquirir e pagar diretamente pelo app, via cartão de crédito ou débito cadastrado. Ao todo, há uma média de 700 artigos disponíveis aos usuários, que vão desde congelados a limpeza e higiene pessoal. Já para os condomínios, esse tipo de serviço não tem nenhum custo adicional, mas é uma forma de valorizar a estrutura como um todo.

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Pietro Pozzebon (Divulgação)

O avanço dos minimercados nos condomínios - Gulherme Mauri, Marcelo Villares e Douglas Pen

Criada em 2020, em Balneário Camboriú (SC), a Minha Quitandinha foi idealizada pelos empreendedores Guilherme Mauri de Oliveira, Marcelo Villares e Douglas Pena

Pietro Pozzebon (Divulgação)

O avanço dos minimercados nos condomínios - Gulherme Mauri, Marcelo Villares e Douglas Pen

" ... Essa experiência de consumo ganha cada vez mais adeptos, já que promove praticidade e segurança, o que contribui para a expansão em todo o Brasil”, disse Douglas Pena

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