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28/6/2022      10:26:01

 

 

O que o morador deve saber sobre o mercado de autoatendimento

Por: da Redação

 

Especialistas indicam caminhos para quem deseja ter sucesso nessa tendência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por conta da alta demanda por experiências de consumo mais ágeis e convenientes, o modelo de negócio de autoatendimento está em destaque no mercado. Segundo informações divulgadas em junho pelo Relatório Digital-First Customer Experience 2022, 81% dos consumidores procuram mais opções que dispensem a necessidade da intermediação de terceiros para a finalização da compra. No entanto, apenas 15% deles encontram-se satisfeitos com as soluções existentes. 

 

“A iniciativa, que já tinha força fora do País, ganhou também notoriedade em âmbito nacional muito por conta da urgência de isolamento social ocasionada pelo surgimento da Covid-19. Mas como esse modelo é capaz de garantir ao consumidor economia de tempo, conforto e segurança, é uma tendência que veio para ficar e ainda tem muito a crescer”, disse Douglas Pena, Chief Revenue Officer (CRO), sigla inglesa que define o estrategista e gestor de crescimento da Minha Quitandinha, rede de franquia de minimercados autônomos.

 

O mercadinho do bairro entrou no condomínio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com as áreas comuns ganhando destaque nas novas configurações de condomínios, muitos apostam até na inclusão de um mercadinho próprio para os condôminos, um minimercado autônomo que tem a missão de levar conveniência a prédios residenciais ou comerciais.

 

Com base no conceito de honest market, a Minha Quitandinha opera durante 24 horas por dia, sete dias por semana, disponibilizando uma média de 700 diferentes produtos ao consumidor. 

 

“Atualmente, os gestores de condomínios e moradores se acostumaram de tal forma a essas novas tecnologias, que acabam trocando, por exemplo, um deslocamento à padaria ou uma espera de aplicativo de entrega pela facilidade de encontrar itens essenciais em sua própria residência em um ambiente mais agradável e com um mix personalizado, que vai desde congelados a produtos de limpeza e higiene pessoal”, destacou Pena. 

 

Conforme o CRO, para o morador é tudo intuitivo. Basta escanear o código de barras dos produtos que deseja adquirir com o smartphone e pagar diretamente pelo app, via cartão de crédito ou débito cadastrado. Já a geladeira de bebidas alcoólicas conta com um sistema que só destrava depois de confirmar que o usuário tem mais de 18 anos, pois o cadastro de menores é vetado pelo número do CPF, visto que a plataforma está 'linkada' com a Receita Federal.

 

Pena deu uma dica para os empreendedores que desejam entregar um serviço de autoatendimento de excelência: investir em tecnologia.

 

“Os recursos tecnológicos contribuem para a construção de uma inteligência de negócio. A partir de estruturas como a  inteligência artificial, é possível identificar, armazenar, analisar e mapear os padrões comportamentais e hábitos dos consumidores. Desta maneira, estruturar os dados coletados de uma forma em que resultem em insights de aprimoramento contínuo do empreendimento, tende a alcançar um desempenho muito mais ágil e assertivo”, defendeu Pena. 

 

Por sua vez, o Chief Executive Officer (CEO) da Take, Gustavo Almeida, startup que atua no mercado de conveniência autônomo por meio de smart vending coolers, ressaltou a importância de refletir sobre o aproveitamento do espaço.

 

“No modelo de autoatendimento, não existe contato com um vendedor. Portanto, o cliente precisa ter o máximo de facilidade no momento de realizar as compras. Os itens precisam estar bem posicionados. Preços e detalhes importantes sobre os produtos precisam estar bem à vista”, acentuou o diretor executivo da startup

 

Outro ponto destacado pelo executivo, é o fato dessa iniciativa poder ocorrer em ambientes virtuais. Neste caso, Almeida sugere que o empreendedor tenha uma atenção especial ao chatbot.

 

“Essa tecnologia é um programa que simula uma conversa humana com o cliente por meio de sites ou redes sociais. O intuito é atender às necessidades sobre um produto ou serviço de uma forma rápida e assertiva”, explicou o CEO.

 

Almeida também indica o desenvolvimento de um chatbot específico para o público-alvo da empresa. Ou seja, se a marca conversar com os mais jovens, o ideal é preferir uma comunicação mais dinâmica, se for com o público 50+, vídeos com tutoriais são ótimos para facilitar a compreensão da informação.

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Douglas Pena deu uma dica para os empreendedores que desejam entregar um serviço de autoatendimento de excelência: investir em tecnologia

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