MERCADO

14/9/2021    09:55:34

 

 

Incorporadora explora bem-estar e economia para atrair comprador

Por: da Redação

 

Com negócios localizados na região central da capital paulista, a Vitacon busca na qualidade de vida e no alto custo com transporte, argumentos para valer a pena pagar mais caro para morar na região. Levantamento da incorporadora defende que, com a alta do preço de combustíveis, a diferença entre viver em Pinheiros ou Cidade Tiradentes pode ser semelhante para quem mora sozinho e usa carro para trabalhar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A tese é de que em uma cidade como São Paulo, com mais de 12 milhões de habitantes e 6,2 milhões carros, é natural que a locomoção leve mais tempo que o desejado, principalmente, se analisarmos o trajeto realizado por moradores de regiões mais afastadas dos centros empresariais.

 

Assim, na avaliação da incorporadora Vitacon, que tem vários projetos e empreendimentos residenciais na região central da capital, morar próximo ao trabalho é um sonho de muitos. Entretanto, devido ao alto custo de aluguel e serviços nessas regiões, tal desejo acaba sendo postergado ou até mesmo deixado de lado, insistiu a empresa.

 

De olho nesse potencial, a Vitacon, desde 2009, tem como propósito ressignificar o mercado imobiliário com empreendimentos que se pretendem inovadores, compartilháveis e centrais. A partir de uma análise de gastos com transporte e moradia, partindo de três pontos da cidade até o principal centro empresarial da capital, a Faria Lima, a pesquisa procura mostrar que nem sempre residir próximo ao trabalho custa mais caro que morar em outras regiões.

 

“No geral, as pessoas tendem a comparar só o preço do aluguel, mas se você for calcular os gastos de deslocamento, especialmente, para quem usa carro, a diferença é mínima, ainda mais considerando os custos crescentes de combustível”, disse Ariel Frankel, Ceo da Vitacon.

 

 

 

 

A análise do executivo foi feita no bairro de Cidade Tiradentes, região mais populosa da capital, em Perdizes, zona Oeste, região com alto IDH e boas opções de transporte público e em Pinheiros, bairro com maior proximidade do destino. Ainda conforme Frankel, foram analisados quatro tipos de locomoção, sendo eles: carro, transporte público, bicicleta e a caminhada. Abaixo, os dados apresentados pela incorporadora.

 

Cidade Tiradentes – Zona Leste

 

A primeira região analisada é a Cidade Tiradentes, no extremo Leste da capital. Partindo de uma das principais vias do bairro, a avenida dos Metalúrgicos, e indo até a avenida Faria Lima, o morador leva 2 horas, distribuídas em 3 ônibus, trem e metrô. Se o morador optar por realizar o trajeto de 36 km de bicicleta, esse tempo seria o mesmo, pois ele evitaria as horas paradas no trânsito. Já se a escolha for o carro, o tempo médio pode ser um pouco mais que as duas opções anteriores, chegando a 63 km em 2h10, enquanto caminhando, seriam 7h, algo inviável.

 

O levantamento aponta que, quando falamos em valores, o transporte público mensal, para Bilhete Único cadastrado, sai por R$ 318,00, mas se a pessoa optar por ir de carro, um automóvel com autonomia para 10km com 1l de gasolina, pode consumir diariamente, uma média de 13l, resultando em R$ 1.800,00 mensais.

 

Já o aluguel em um apartamento de até 38m² sai em torno de R$ 1.200 a R$ 1.400 reais. Assim, somando os custos de transporte e moradia, uma pessoa que mora na Cidade Tiradentes, dispõe mensalmente de R$ R$ 1.518 a R$ 3.200 para morar e se locomover até o trabalho, mostra a pesquisa.

 

Perdizes – Zona Oeste

 

O segundo bairro é Perdizes, na zona Oeste da cidade. Aqui, o ponto principal de partida levantado é a estação Palmeira/Barra Funda (linha vermelha) que, com R$ 213,00 reais mensais e em pouco mais de 20 minutos, leva a pessoa até a estação Faria Lima. Mas, se o trabalhador prefere utilizar o carro, serão 14 km de ida e volta e pouco mais de 1l de combustível diariamente. Assim, indo para o trabalho com o seu automóvel, o gasto fica em torno de R$ 210,00 reais mensais, uma economia de 85% em relação ao morador da Cidade Tiradentes. Nesse caso, a bike também pode ser um meio de transporte utilizado, já que o trajeto pode ser feito em pouco mais de 20 minutos e sem nenhum custo.

 

Valendo-se dos dados da pesquisa, Frankel analisa que quando falamos em aluguel, esse custo pode aumentar um pouco em comparação ao bairro anterior. Aqui, um imóvel de 25 m², sai entre R$ 2.100,00 a R$ 2.600,00. Somando o custo da moradia ao transporte em Perdizes, o morador vai gastar entre R$ 2.313 a R$ 2.810. Lembrando que, apesar da metragem menor, geralmente, condomínios nessa região, oferecem uma infraestrutura diferenciada aos condôminos, além dos serviços oferecidos no bairro.

 

Pinheiros – Zona Oeste

 

O terceiro e último bairro, é a melhor opção para quem deseja ir para o trabalho caminhando. Morando na Capote Valente, uma das principais ruas de Pinheiros, é possível chegar ao trabalho em 30 minutos de caminhada ou em 8 minutos de bicicleta. Mas se ainda assim, a pessoa prefere ir com seu carro, serão apenas 10 minutos e 2,7 Km, totalizando 1l de combustível ao dia e R$ 140,00 reais ao mês. Nessa região o transporte público também se mantém a R$ 213,00 mensais e leva apenas 9 minutos entre a estação Oscar Freire e Faria Lima.

 

Já o aluguel pode ser um pouco mais salgado para o bolso de quem que optar por essa região, indo de R$ 3,400 a R$ 4,000 um apartamento de 42 m². Deste modo, nessa opção, o morador deve desembolsar com moradia e locomoção, em torno de R$ 3.400 a R$ 4,213.

 

Conclusão

 

Diante desses dados, o Ceo da Vitacon valaia que é possível perceber, apesar do valor baixo no aluguel em bairros mais afastados, que o gasto com transporte ainda pesa no bolso do consumidor. Além disso, Frankel insiste na questão da qualidade de vida, pois os trabalhadores dessas regiões, chegam a gastar até 20% do seu tempo no trânsito da cidade. Também fundador da Vitacon, Frankel disse que a incorporadora vem concentrando seus esforços em trazer cada vez mais as pessoas para próximo de seus trabalhos.

 

“Sabemos o quão caótico é o trânsito da cidade e o quanto isso pode afetar na qualidade de vida da população. Por isso, optamos sempre por comercializar nossos empreendimentos em espaços próximos a centros empresariais ou a transporte público, para que a pessoa gaste o menor tempo possível se locomovendo e possa aproveitar o que a cidade oferece de melhor”.

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Projeto na rua da Consolação, implantado entre dois edifícios, próximo à esquina com a avenida São Luís, na região central de São Paulo, oferecerá studios e apartamentos

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On Augusta, na rua de mesmo nome, outro empreendimento da incorporadora, que também traz studios e apartamentos com um e dois dormitórios

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