CIDADES

19/12/2019  21:51:21 (Atualizada em 28/12/2019, às 22:17:00)

 

Desvalorização do bem define opção em ser síndico, diz startup

Por: da Redação

 

A preocupação com a degradação do valor do patrimônio é a principal razão que tem levado os síndicos a participar da gestão de seus condomínios e a se candidatarem à função na cidade de São Paulo. A constatação é de levantamento realizado por uma startup de gestão de condomínios. Além disso, segundo as entrevistas realizadas pela Lar, foram identificadas as dores, angústias e satisfações da atuação no cargo.

 

Em geral, os síndicos disseram que se houvesse uma gestão de condomínio mais eficiente, seria possível economizar o equivalente ou mais do que o valor de um boleto mensal. Os recursos economizados poderiam ainda ser revertidos para o bem-estar dos moradores, por meio de investimentos estruturais, a exemplo da criação de novas áreas de lazer. 

 

De acordo com a startup, são cerca de 420 mil síndicos no Brasil. Os dados foram levantados pela administradora de condomínios junto a Associação Brasileira de Síndicos e Síndicos Profissionais( Abrassp). Na cidade de São Paulo, segundo estimativas do Secovi-SP, existem 30 mil condomínios residenciais e a população de síndicos, portanto, soma ao menos 30 mil pessoas na função e com a responsabilidade de administrar e representar os condomínios.

Principais angústias e dificuldades apontadas na pesquisa:

 

1. Resistência para inserir novas soluções tecnológicas no prédio;

2. Baixa qualificação de mão de obra predial;

3. Insegurança para contratar fornecedores e serviços (resultado de muita oferta e falta de transparência);

4. Baixo engajamento dos moradores (sentem-se sozinhos na tarefa de gestão e cuidado com o condomínios);

5. Sofrem com a falta de decoro dos moradores que os acionam o tempo todo pelo celular;

6. Desmotivação com a profissão: oferta desmedida de cursos, novas regras com o lançamento de diferentes perfis de condomínios causam desconforto sobre a regulamentação da profissão;

7. Falta de previsibilidade de manutenção (sentem insegurança sobre o que priorizar e como ajustar melhor os custos de reformas e manutenção);

8. Ferramentas para a facilitação da ocupação (condomínios defasados enfrentam dificuldade de ocupação das unidades e geram menos receita);

9. Preocupação com o patrimônio (um dos principais motivos que levam as pessoas a se candidatarem à síndicos);

10. Dificuldades com a administradora (sentem falta de uma consultoria mais apurada e uma relação mais parceira com as administradoras).

Em geral, os síndicos disseram que se houvesse uma gestão de condomínio mais eficiente, seria possível economizar o equivalente ou mais do que o valor de um boleto mensal

Arquivo

PUBLICIDADE

Banner_Santana_-_Serviços_Tercerizados.j
Banner_França_-_145x240.jpg

Anuncie | Conheça a Folha do Condomínio | Fale Conosco | Cadastre-se
© Copyright 2009. Folha do Condomínio. Todos os direitos reservados
Artigos assinados não refletem necessariamente a opinião da Folha do Condomínio OnLine