CIDADES

4/1/2021  08:57:12

 

Lar.app deixa de atuar como administradora digital

Por: da Redação

Após quase três anos, startup muda e atenderá o mercado como como SaaS (software como serviço)


Sem atingir o sucesso esperado, no início de dezembro, a LAR.app, até então uma administradora digital de condomínios, resolveu mudar o seu campo de atuação, ou como dizem as startups seu modelo de negócio. A partir do ano que vem, a empresa vai adaptar o produto que construiu e levará ao mercado como SaaS (software como serviço) e os clientes serão migrados para outras administradoras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Segundo Leonardo Boz e Rafael Lauand, fundadores da startup, “não encerramos as operações da LAR.app. estamos mais ativos do que nunca e com muita vontade de resolver novas questões. Viemos da tecnologia e para ela retornaremos".


Os empreendedores acreditam que nos primeiros meses de atuação, a LAR.app revolucionou o mercado ao proporcionar aos clientes um novo formato de administração de condomínios. A empresa surgiu com o objetivo de trazer mais transparência, usar mais tecnologia e realizar uma prestação de contas mais simplificadas, feita em até três dias após a virada do mês.

Para a nova fase da empresa, os fundadores informaram que vão adaptar o produto que construíram e o levarão ao mercado como software como serviço.

 

"Desde quando iniciamos nossas operações, em meados de 2018, tínhamos bem claro que nosso objetivo final era, através da tecnologia, trazer eficiência e transparência para condomínios residenciais. Num primeiro momento, a maneira que encontramos de realizar isso foi prestando serviço e integrando múltiplas tecnologias de mercado. Assim, poderíamos levar uma proposta de transformação digital aos clientes sem desenvolver tecnologia no dia zero", explicou Boz.

O empreendedor disse que a experiência adquirida nesses quase três anos fez com que a startup ensinasse tudo o que ele e seu sócio sabiam de condomínio até hoje. "Vamos lembrar que todos nós tivemos experiências bem sucedidas em outras empresas de tecnologia, como no iFood e Easy Táxi, mas até o final de 2017 nossa única relação com condomínios era como moradores," destacou.

Boz acrescentou que estar na ponta o fez entender as dores e a carência de soluções no mercado e a solidão dos síndicos na tomada de decisões.

 

"Trouxemos para o mercado condominial pessoas que estavam até então acostumadas a trabalhar nas melhores startups de tecnologia, e que viram um mercado cheio de problemas para serem resolvidos. E, só pra deixar claro, nós adoramos um problema pra resolver. Isso nos mantém vivos e pensando em soluções melhores todos os dias", concluiu o empreendedor.

Divulgação / Arquivo

Rafael Lauand e Leonardo Boz, sócios-fundadores da startup 

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