BEM ESTAR

15/1/2020  08:11:54

 

Decoração brutalista do cimento queimado e abuso de cores

Por: da Redação

 

Um apartamento moderno e despojado, com a pretensão de oferecer aconchego na medida certa para receber os amigos. Trata-se da proposta deste projeto de 64 m² comandando pela arquiteta Pati Cillo. Entregue pela construtora Max Haus, o apartamento já tem um estilo modernista, que busca retratar o brutalismo em paredes e pisos de cimento queimado. Tal característica permitiu a arquiteta ousar em uma proposta de interiores bem atual e, sobretudo, atemporal.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A área social conta com integração completa entre sala de estar, jantar e cozinha, privilegiando o convívio entre a família e os amigos, uma das prioridades do projeto. Para a decoração, o pedido foi claro: “Podia usar e abusar das cores, porém, preferi evitar apostar em paredes coloridas, deixando as nuances fortes para os móveis e as peças decorativas que permitem uma mudança rápida e sem grande custo”, explicou a arquiteta.

 

A cor marcou presença no sofá mostarda e na luminária de chão, tonalidade escolhida para os itens que aquecem o ambiente e fazem um contraponto ao teto de cimento queimado. “Os moradores não queriam rebaixamento de gesso, por isso, optamos fazer toda a iluminação com trilhos e manter o acabamento original do edifício”, contou Cillo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O rack azul colabora para o visual despojado que os moradores almejavam. Na parede, o revestimento cimentício escolhido traz um acabamento com relevo em 3D com formato geométrico.

 

Em frente à porta de entrada, a sala de jantar merecia atenção especial, por isso, a profissional investiu em elementos marcantes como a mesa e o banco de madeira natural e o aparador em amarelo. Destaque também para as cadeiras, em preto, e o cacto ao lado do móvel colorido.

 

“A ideia nesta parede de destaque foi criar um grande painel com quadros trazidos de viagens por todo o mundo. Cada peça é única, com molduras e estilos completamente diferentes, o que traz personalidade e apego afetivo, criando uma composição interminável, que cresce a cada novo destino”, revelou a autora do projeto.

  

A parede de ladrilho hidráulico roubou a cena desta cozinha do tipo corredor. “Para o projeto, pensei em uma base neutra e sóbria, onde o preto é destaque e ganhou como contraponto o frontão super colorido e os móveis aéreos amadeirados, elemento que trouxe conforto visual ao espaço”, disse Cillo.

 

Toda a iluminação foi pensada sob medida para atender às necessidades da família – inclusive do cachorro. “Repare que instalamos uma fita LED embaixo do gabinete da cozinha. A ideia surgiu para ajudar o cachorrinho a encontrar o caminho para a água durante a noite”, destacou a arquiteta.

 

Ainda conforme a profissional, “por trazer teto e piso frios era preciso investir em um elemento que trouxesse aconchego para o quarto, caso da cabeceira estofada. Apesar do azul ser considerado uma tonalidade fria, o elemento ajuda a trazer mais conforto para os moradores”, concluiu a autora do projeto.

Divulgação

“Podia usar e abusar das cores, porém, preferi evitar apostar em paredes coloridas, deixando as nuances fortes para os móveis e as peças decorativas que permitem uma mudança rápida e sem grande custo”, explicou a arquiteta

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A cor marcou presença no sofá mostarda e na luminária de chão, tonalidade escolhida para os itens que aquecem o ambiente e fazem um contraponto ao teto de cimento queimado

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