28/11/2020 10:01:01

 

Afinal! Por Que se Tornar Síndico, ou Síndica?

Por:  * Rafael Lauand

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Se você gosta de estar a par de tudo que acontece em seu condomínio e realmente se preocupa com o seu patrimônio, provavelmente, já pensou em virar síndico, ou síndica, não é mesmo? Ou, quem sabe, essa ideia surgiu de seus familiares ou amigos próximos. Não importa qual tenha sido a sua motivação, se você vai assumir essa função ou tem em mente assumir algum dia, é preciso se preparar!

O síndico(a) é o(a) maior responsável por um condomínio e, justamente por isso, não é qualquer pessoa que pode assumir esse grande desafio. As responsabilidades da função são muitas: noções administrativas, legislativas, além de uma profunda capacidade de gestão financeira, de fornecedores, manutenção e de pessoas. Nesse sentido, algumas pessoas podem acabar se sentindo intimidadas com as responsabilidades.

O papel do síndico(ou da síndica) é tomar as decisões importantes sobre o condomínio e o futuro de seus moradores, representando essa comunidade. Além disso, esse(a) profissional responde civil e criminalmente pelo condomínio. Como a lista de responsabilidades é grande, não são muitos os condôminos que se candidatam para tal posição. Afinal, em uma rotina tão corrida como a dos dias atuais, assumir mais um desafio parece loucura.

Mas, se você está lendo esse artigo, provavelmente, você tem interesse em saber mais sobre a função. Apesar de não exigir uma formação específica, essa atuação exige certa complexidade. Muitos são os questionamentos: O síndico(a) precisa residir no condomínio? Um inquilino(a) pode ser síndico(a)?

De acordo com o Código Civil (artigo 1.347), o síndico(a) de um condomínio deve ser eleito em uma assembleia, podendo ou não ser um condômino. A mesma cláusula ainda define que o prazo para o exercício da função não pode superar um mandato de dois anos. Entretanto, a pessoa poderá ser reeleita conforme desejo dos moradores por tempo indeterminado. O mesmo Código Civil ainda determina que qualquer pessoa (pessoa física ou jurídica) pode ser síndico (ou síndica) de um condomínio.

Dessa maneira, essa definição permite que qualquer possa assumir assuma a função, ou seja, sem precisar morar na comunidade. Esse mesmo detalhe, inclusive, possibilitou a disseminação cada vez maior da profissionalização do síndico(a), que pode atuar em diferentes empreendimentos ao mesmo tempo.

Assumir o papel de síndico(a) é um grande desafio, por conta do considerável número de responsabilidades. Ao assumir o cargo, o(a) profissional ficará encarregado de gerenciar funcionários, assembleias, atender aos condôminos, lidar com questões administrativas, financeiras, manutenções e ficar responsável pela valorização do patrimônio. Um dos principais conselhos é ficar rodeado de empresas de confiança e fornecedores que realmente ajudem em sua rotina. E aí, preparado(a)?

* Rafael Lauand, formado em Engenharia de Produção, é Ceo e co-fundador da LAR.app, administradora de condomínios que usa tecnologia para levar transparência, economia e eficiência ao mercado.

Ilustração / Arquivo

Não importa qual tenha sido a sua motivação, se você vai assumir essa função ou tem em mente assumir algum dia, é preciso se preparar!

PUBLICIDADE

Banner Dr Cobre anúncio 2 (alterado).gif

PUBLICIDADE

Banner_França_-_145x240.jpg

Anuncie | Conheça a Folha do Condomínio | Fale Conosco | Cadastre-se
© Copyright 2009. Folha do Condomínio. Todos os direitos reservados
Artigos assinados não refletem necessariamente a opinião da Folha do Condomínio OnLine