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28/1/2026      12:00:29

 

 

 

Até onde vai a responsabilidade da portaria remota e sua eficiência

Por: da Redação

Divulgação Folk

“Nossa atuação está focada no controle de acesso, no monitoramento contínuo e no acionamento de protocolos de segurança. ...", disse Gilberto Dias 

Considerada alternativa para a segurança condominial, a portaria remota, que explora as possibilidades do avanço tecnológico, tem se apresentado como uma das soluções. No entanto, cresce também uma dúvida recorrente entre síndicos e moradores sobre a eficiência desse sistema no controle de entradas e saídas nos condomínios: afinal, até onde vai a responsabilidade da empresa de monitoramento que explora o serviço?

 

De acordo com Gilberto Dias, principal executivo de uma empresa que atua nesse segmento, “nossa atuação está focada no controle de acesso, no monitoramento contínuo e no acionamento de protocolos de segurança. Já o morador e o síndico são fundamentais para que esses processos funcionem corretamente no dia a dia”, disse. Ainda conforme Dias, “a portaria remota funciona como uma engrenagem dentro de um sistema maior de segurança, no qual cada parte tem um papel essencial”, completou.

 

Geralmente, essas empresas oferecem operação 24 horas, monitoramento em tempo real e protocolos de acesso rigorosos. O modelo pretende não apenas ampliar o controle e a prevenção, como também reforçar a importância de papéis bem definidos para buscar uma convivência mais segura, organizada e transparente.

 

Responsabilidades do síndico e dos moradores

 

No campo da gestão, a responsabilidade do síndico envolve representar legalmente o condomínio, administrar as finanças, garantir a manutenção das áreas comuns, contratar prestadores de serviço e fazer cumprir as regras previstas na convenção e no regimento interno.

 

Para Dias, a portaria remota atua como uma aliada operacional, fornecendo registros de acessos, relatórios de ocorrências e apoio em tempo real. “Quando o síndico tem acesso a informações organizadas e confiáveis, consegue tomar decisões mais estratégicas e prevenir problemas antes que eles se tornem recorrentes”, afirmou.

 

Para os moradores, a responsabilidade está diretamente ligada ao cumprimento das normas coletivas e à preservação do ambiente comum. Conservar o próprio imóvel, não prejudicar vizinhos, manter a taxa condominial em dia, zelar pelas áreas comuns e comunicar irregularidades são atitudes que impactam diretamente a segurança do condomínio.

 

O executivo defendeu que “a tecnologia pode controlar quem entra e sai, mas a postura do morador é determinante para o sucesso do sistema, principalmente, no respeito aos protocolos para visitantes e prestadores de serviço”, reforçou.

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